domingo, 18 de março de 2012

Etapas da Adolescência!


A adolescência é uma extraordinária etapa na vida de todas as pessoas. É nela que a pessoa descobre a sua identidade e define a sua personalidade. Nesse processo, manifesta-se uma crise, na qual se reformulam os valores adquiridos na infância e se assimilam numa nova estrutura mais madura.
A adolescência é uma época de imaturidade em busca de maturidade. Mas… como é difícil para os pais este novo período na educação dos filhos! No adolescente, nada é estável nem definitivo, porque se encontra numa época de transição.
Vejamos, pois, em que consiste a adolescência e o que é a maturidade; quais são as mudanças que os adolescentes costumam sofrer, bem como as fases pelas quais vão passando, para podermos ter atitudes positivas que favoreçam a superação dessa crise.
O caminho básico que os pais devem seguir é o da compreensão, com o devido respeito e carinho que merece cada um dos adolescentes.
A adolescência é este período no qual uma criança se transforma em adulto. Não se trata apenas de uma mudança na altura e no peso, nas capacidades mentais e na força física, mas, também, de uma grande mudança na forma de ser, de uma evolução da personalidade.
ALTERAÇÕES QUE SUCEDEM NAS DIFERENTES ETAPAS DA ADOLESCÊNCIA
a) A puberdade ou adolescência inicial (11 a 14 anos)
- Nasce a intimidade (o despertar do próprio “eu”).
- Crise de crescimento físico, psíquico e maturação sexual.
- Não há ainda consciência daquilo que se está a passar.
- Conhece pela primeira vez as suas limitações e fraquezas, e sente-se indefeso perante elas.
- Desequilíbrio nas emoções, que se reflecte na sensibilidade exagerada e na irritabilidade de carácter.
- “Não sintoniza” com o mundo dos adultos.
- Refugia-se no isolamento ou no grupo de companheiros de estudo, ou integra-se num grupo de amigos.
Ajudas positivas:
- Conhecer bem cada adolescente, os seus pontos fortes, as suas fraquezas, amizades, etc.
- Revelar-lhe como é, o que lhe está a suceder e que sentido têm as mudanças que está a sofrer.
- Que conheça as suas limitações e as suas possibilidade.
- Ajudá-lo a esclarecer o que é a autêntica liberdade, distinguindo-a da libertinagem.
- Que desenvolva a virtude da fortaleza, para que possa fazer por si mesmo esforços pessoais.
- Fomentar a flexibilidade nas relações sociais.
- Sugerir actividades que lhe permitam estar ocupado.
- Que reflicta nas influências negativas do ambiente, especialmente nas que derivam da manipulação publicitária e nas que motivam condutas sexuais desordenadas.
B) A adolescência média (13 a 17 anos)
- Do despertar do “eu” passa-se à descoberta consciente do “eu”, ou da própria intimidade. A introversão tem agora lugar, pois o adolescente médio precisa de viver dentro de si mesmo.
- Aparece a necessidade de amar. Costumam ter imensas amizades. Surge o “primeiro amor”.
- A timidez é característica desta fase. Medo da opinião alheia, motivado pela desconfiança em si mesmo e nos outros.
- Conflito interior ou da personalidade.
- Comportamentos negativos, de inconformismo e agressividade para com os outros. Causados pela frustração de não poderem valer-se por si mesmos.
Ajudas positivas:
- Guiá-los para que adaptem as suas condutas às aspirações mais nobres e íntimas que descubram dentro de si.
- Que saibam desmascarar as manipulações publicitárias e as do meio ambiente, especialmente as do consumismo e tudo aquilo que não lhes permita meterem-se dentro de si mesmos e reflectir.
- Que aprendam a procurar o silêncio, para que, sem medo, possam conhecer-se a si mesmos – a pensar e a reflectir – e descobrir as suas mais profundas aspirações e fazer propósitos com decisão.
- Colaborar com eles para que descubram o valor e o respeito pela intimidade.
- Que se esforcem por pensar e reflectir com rigor, evitando a superficialidade.
- A paciência e o amor, unidos a uma suave firmeza, são os recursos para libertar o jovem da esfera das suas impertinências.
- Evitar os enfrentamentos violentos. Permitir-lhe que se acalme perante as suas reacções violentas.
- Manter a serenidade a todo o custo, para poder dialogar com ele.
C) A adolescência superior (16 a 22 anos)
- Começa a compreender-se e a encontrar-se a si mesmo e sente melhor a integração no mundo onde vive.
- Apresenta um significativo progresso na superação da timidez.
- É mais sereno na sua conduta. Mostra-se menos vulnerável às dificuldades.
- Tem maior autodomínio.
- É a época de tomar decisões: futuro, estudos…
- Começa a projectar a sua vida.
- Estabelece relações mais pessoais e profundas.
Ajudas positivas:
- Que aprendam a escutar e a compreender os que pensam de forma diferente da deles ou do seu pequeno grupo, mas que não abdiquem das suas ideias ou princípios.
- Que reflictam constantemente sobre os pontos de vista que são contrários aos seus, sabendo interpretá-los adequadamente.
- Que saibam suportar as contrariedades que qualquer responsabilidade implica, seja própria ou perante os outros.
- “Querer é poder”. Que se convençam de que não é possível conseguir mais se não nos propomos seriamente a isso.
Tópicos para lidar com um adolescente:
- Mostra-lhe sincera amizade.
- Estabelece uma comunicação baseada no respeito, na confiança e na oportunidade.
- Tem sempre muita compreensão.
- Aprende a escutá-los.
- Não te canses de os animar.
- Exige suavemente, mas com firmeza.
- Compartilha dos seus projectos.
- Mede bem aquilo que lhe vais exigir.
- Mantém-te firme nas decisões que se tiverem tomado.
- Cede nas coisas de pouca importância.

(Francisco Cardona Lira – Catholic Net)


Mário Sérgio Cortella - sempre com ótimas reflexões!

Dicas para ser um bom professor:

sábado, 17 de março de 2012

Como ensinar a criança a dividir os seus brinquedos?

O seu filho não sabe dividir? Não fique preocupado, pois esse comportamento é muito comum até os seis anos de idade. O segredo é ir com calma. Vejas as nossas dicas para ensiná-lo.
Arquivo Crescer 


 O primeiro passo é entender que esse é um hábito que se desenvolve naturalmente na criança, mas exige paciência dos adultos. A criança demora a entender que precisa dividir uma coisa que sabe ser somente dela. Até o sexto ano de vida, poucos querem emprestar um brinquedo.
"O contato e a troca com as crianças da mesma idade são a melhor maneira de ela aprender a dividir e emprestar. Uma opção é levá-la, por exemplo, a um parque ou um clube", diz a psicopedagoga Maria Guimarães Drumond Grupi, diretora da Ponto Ômega Escola de Educação Infantil.
Como é um processo natural, a insistência dos pais em querer que o filho empreste o brinquedo não melhora em nada. Por isso, vá com calma. O segredo é dar possibilidades. "O adulto precisa administrar a situação, e não resolver pela criança", afirma. Dar exemplos também ajuda: os pais são sempre os modelos principais.
A entrada na escola facilita muito esse processo, porque ela convive com outros estudantes que estão na mesma fase. Logo, vão aprender juntos. Quanto mais contato e familiaridade com os pares, maior a chance de trabalhar o egocentrismo, que tende a desaparecer a partir dos 8 anos de idade.
(Crescer)

Criança egoísta: como lidar!

Pesquisa comprova que os pequenos têm mais dificuldade de compartilhar que as maiores. O papel da família é fundamental para elas aprenderem a dividir .


Debora Feddersen
Seu filho empresta os brinquedos aos amigos sem a sua intervenção? Se ele é pequeno e você já passou pela saia-justa de não conseguir convencê-lo de compartilhar suas coisas com colegas, saiba que isso é natural. Nos primeiros anos, a criança é mais egocêntrica, e, conforme cresce, muda de comportamento. 


Pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Zurique avaliou 229 crianças entre 3 e 8 anos de idade. Eles entregaram doces para cada uma delas e observaram como as guloseimas seriam divididas. O resultado mostrou que a maioria das mais novas, entre 3 e 4 anos, não compartilhou o doce com o parceiro. 



Embora pesquisas mostrem que há uma influência genética para ser ou não egoísta, o ambiente em que seu filho vive é fundamental para que aprenda a ser mais sociável, capaz de se relacionar e partilhar com o outro. “Todos nós ‘nascemos’ egoístas, mas aprendemos a dividir para não vivermos isolados socialmente”, diz Rita Calegari, psicóloga infantil do Hospital São Camilo. Se os pais não têm espírito de cooperação, provavelmente a criança agirá da mesma maneira na sua vida. 



A escola também exerce um papel fundamental no comportamento porque elas percebem que não são o centro de tudo e precisam esperar a sua vez para viver em harmonia com um grupo. 



Veja como é possível estimular a criança a dividir: 



- Faça uma limpeza, mesmo que anual, com o que seu filho não usa e não brinca mais. Peça para que ele participe do momento da reciclagem e da doação, seja a algum parente, creche ou abrigo; 
- Se for receber crianças em sua casa, fale para seu filho que elas vão querer brincar com as coisas dele. Mostre que isso é muito bacana, pois quando ele for a casa delas também poderá conhecer os brinquedos que têm; 
- Seu filho pede um presente toda vez que você vai comprar algo para um amigo que está fazendo aniversário? Converse e diga que aquele dia é o colega quem ganha, e o presente dele virá em seu aniversário ou numa data especial. Assim, a criança aprende que não é porque o outro ganha que ela também tem de ter. 

(Ana Paula Pontes)

sexta-feira, 16 de março de 2012

Continuação: Dando asas a imaginação através da literatura no Infantil I!


Cobras para o nosso jardim. Utilizamos barbante, tampinhas de garrafas pets (furadas no meio) e alinhavo feitos pelos Pipocuchos do Infantil com ajuda das prôs.

(Esqueci de fotografar o processo de montagem e alinhavo. Desculpem-me!)

Joaninha feita com papel, tinta, cola, rolo de papel higiênico, as mãozinhas e dedicação dos Pequenos






Aqui está nossa Joaninha prontinha! Ficou linda heim!!

Flores produzidas com copos plásticos (que já haviam sido usados e lavados - reciclamos) , tinta e arte dos Alunos do Infantil I.




Nosso jardim está ficando um encanto! Estamos orgulhosos!



Aranha confeccionada com papel color sete preto, partes de uma caixa de ovo, tinta e o capricho dos Pequenos.




A Dona Aranha subiu pela parede... A música foi lembrada e cantada.

Borboletinhas, feitas com garrafas pets, cola colorida e a criatividade dos Pequenos




Gatos e cachorros - exploramos  revistas  e pesquisamos figuras dos animais.




Está um arraso, não é?!


Mais uma sugestão de sequência didática: Pesquisa de campo no zoológico!


Objetivos 


- Participar de situações investigativas por meio da observação e do questionamento. 

- Comparar informações anteriores com as adquiridas pela investigação. 

- Registrar por meio de desenho e escrita as informações obtidas. 
- Investigar onde vivem e do que se alimentam os animais. 



Conteúdos

- Investigação com fontes de informação. 
- Registro de informações para consulta posterior. 
- Alimentação, hábitos e modo de vida dos animais. 





Anos 
Pré-escola. 



Tempo estimado 

1 mês. 



Material necessário 

Prancheta para todos, papel, lápis pretos e gravador. 



Flexibilização

Para crianças com deficiência visual
Procure levar a turma a um lugar acessível para a criança com deficiência visual (com sinalização em braile, piso tátil, corrimões e rampas que facilitem a locomoção dos pequenos). Mesmo que ainda não saiba ler, é importante que a criança tenha contato com o sistema braile. Leia todos os textos em voz alta e ajude o pequeno com a gravação da entrevista feita pelo grupo. Peça para que a criança desenhe, em casa, o que compreendeu (pode-se usar cola de relevo ou propor uma colagem com diferentes materiais táteis). Os colegas ajudam a descrever o passeio e os animais para a criança cega. Providenciar imagens dos animais em relevo e mostrar previamente para a criança também colabora para que ela aproveite mais o trabalho de campo.



Desenvolvimento 

1ª etapa
Antes da visita, introduza a pesquisa de campo como uma oportunidade que as crianças terão de obter respostas às questões que ainda não foram esclarecidas. Antecipe que elas poderão observar os hábitos, a alimentação e o modo de vida dos animais estudados no local. Explique que entrevistarão um especialista e devem fazer previamente o roteiro de perguntas. Oriente-as a evitar as questões que podem ser facilmente respondidas pela observação. Atue como escriba, ajudando-as a verificar se o roteiro está coerente - se fica claro o que se quer saber e se há relação com as dúvidas apontadas pela pesquisa - e defina quem fará cada pergunta. Se possível, grave a entrevista. Discuta com os pequenos o que são desenhos de observação, o uso que é feito deles e o que precisa ser registrado. Informe que você entregará pranchetas e lápis para que tomem notas e façam seus desenhos de observação em campo. 



2ª etapa

Durante a visita, estimule-os a observar os animais estudados e buscar respostas às questões da pesquisa. "Posso ter um leão em casa?" e "como os bichos vieram parar aqui?" são algumas das questões que podem aparecer naturalmente. Aproveite para dizer que a leitura das fichas técnicas dos animais pode esclarecer as dúvidas. Leia as fichas para eles, frisando as partes que trazem informações de interesse do grupo. Realize a entrevista em um local silencioso, onde todos possam escutar o que é dito. Lembre-os de quem fará cada pergunta e quem irá cuidar do gravador - caso a conversa seja gravada. Se não usarem esse recurso, anote as respostas para consulta posterior. Peça que iniciem com as perguntas do roteiro e depois abra espaço para novas questões.



3ª etapa

Após a visita, analisem em conjunto os dados obtidos para que as descobertas sejam incorporadas à pesquisa. Ouça com as crianças a entrevista ou recupere as anotações para verificar quais questões foram respondidas. Registre no roteiro. Circule os desenhos de observação pela sala para que verifiquem se eles acrescentam informações. Analisem quais respostas não foram encontradas e planeje situações de leitura em que possam ter mais informações para o trabalho.



Avaliação 

Observe o empenho das crianças em investigar os animais estudados e realizar os desenhos de observação: houve interesse pelas informações presentes nas fichas técnicas e pelos dados apresentados pelo especialista? Avalie se a visita permitiu que elas aprofundassem o estudo.

Consultoria: Maria Slemenson
Assistente de coordenação pedagógica da Fundação Victor Civita (FVC). 

Sugestão de sequência didática: Vamos brincar?

Introdução: Nesta sequência didática, as crianças participarão de uma série de brincadeiras e jogos de regras simples. Os jogos e brincadeiras serão apresentados de diversas maneiras e as crianças serão convidadas a explicar suas regras aos colegas, tendo como apoio fotos e desenhos das brincadeiras.



Objetivos

Esta seqüência didática tem como objetivo a ampliação do repertório de brincadeiras do grupo e a possibilidade de criar diferentes situações de aprendizagem nas quais as crianças possam se divertir, brincar, falar, representar e reapresentar as diferentes brincadeiras. 

- Compartilhar informações sobre as brincadeiras 
- Participar de situações significativas nas quais as crianças possam agir e falar sobre um tema comum de maneira mais estruturada 
- Conhecer as regras de algumas brincadeiras 

Tempo estimado 

Aproximadamente 4 meses 

Material necessário 
Para as brincadeiras: bolas, bambolês, cordas, pedaços de madeira, sucatas, tecidos... 
Para o registro: máquina fotográfica, papéis e canetinhas 


Desenvolvimento das atividades 


1. Elencar as brincadeiras que serão apresentadas e registradas 

Fazer um levantamento das possíveis brincadeiras a serem apresentadas ao grupo. Garantindo tanto o contato com os jogos e brincadeiras que já fazem parte do repertório do grupo, como a apresentação de novas propostas. 
Exemplo de brincadeiras: Chuva de bolinha, corre-cotia, elefantinho colorido... 
2. Definir quantas vezes na semana o projeto será trabalhado 
Definir quais momentos da rotina da seqüência didática serão trabalhados, distinguindo momentos de conversa, momentos de brincadeiras, momentos de registro. Isto é, pode-se primeiro propor a brincadeira e depois (até mesmo num outro dia) organizar uma roda de conversa sobre a brincadeira realizada. Podem-se apresentar imagens (filmes e gravações) de outras turmas brincando e depois propor para as crianças brincarem. 
3. Atividade disparadora - apresentação da seqüência didática às crianças 
É importante para este primeiro contato planejar a maneira como a seqüência didática será comunicada. Uma roda de conversa com perguntas e respostas pode ser insuficiente. É importante usar diferentes recursos para chamar a atenção das crianças, como por exemplo, levar imagens de jogos e brincadeiras, crianças jogando e materiais (bolas, cordas...) e formular perguntas como num jogo de adivinha para que as crianças falem sobre os jogos que já conhecem. 

Como as crianças ainda são muito pequenas, deve-se evitar muita "falação", por isso devem-se planejar adivinhas e o uso de imagens para garantir uma melhor participação e envolvimento por parte delas. 





4. Instituir rituais para as atividades que envolvem a seqüência didática 

Criar rituais que dêem indícios às crianças sobre o assunto que irão tratar nas atividades de modo que se vinculem ao tema da seqüência. Ex. confeccionar uma caixa com imagens de jogos e brincadeiras e levá-la para todas as situações relacionadas à seqüência; propor um "grito de guerra" que anteceda os jogos, entre outras possibilidades 


5. Definir como será feito o registro da seqüência e a confecção do livro de regras 

Propor para as crianças a elaboração de um livro com as regras dos jogos e brincadeiras compartilhados pelo grupo. Definir como o livro será elaborado e como será a participação das crianças em sua elaboração, levando em consideração que algumas crianças são muito pequenas para explicar de forma clara as regras das brincadeiras. Garantir o registro gráfico das crianças, mesmo sabendo que os traçados das crianças desta faixa etária são rudimentares. 



6. Oferecer aos pais a oportunidade de ensinarem uma brincadeira à turma 

Apresentar o tema da seqüência didática aos pais e deixar em aberto a possibilidade de participação caso queiram ensinar uma brincadeira. 
7. Realizar muitas vezes cada um dos jogos e brincadeiras trabalhados 
Considerando que um dos objetivos deste projeto é a ampliação do repertório de jogos e brincadeiras, deve-se planejar o contato sistemático das crianças com cada uma das propostas apresentadas, para que progressivamente possam se apropriar de suas regras. 
8. Espaços e materiais 

Definir previamente os espaços onde as atividades ocorrerão e organizar os materiais que serão utilizados. Caso seja interessante deve-se incluir a participação das crianças no preparo dos espaços e organização dos materiais. 

Avaliação 


Devem-se criar pautas de observação para as situações de conversas, para as brincadeiras e para os momentos de registro do projeto. A Avaliação deve ocorrer ao longo de toda a seqüência didática, levando em consideração tanto a participação das crianças, como a adequação das propostas levadas a elas.

Bibliografia: 

Moyles, JANET R. - Só Brincar?: O Papel do Brincar na Educação Infantil - Artmed, 2002 

Friedman, Adriana A Arte de Brincar: Brincadeiras e jogos tradicionais. - Vozes, 2004


Consultora: Ana Paula Yasbek
Pedagoga e diretora do Berçário do Espaço da Vila, em São Paulo