domingo, 10 de junho de 2012

Projeto: Cai, cai Balão, cai, cai Balão aqui na nossa festa Junina!!



                                                                                                                               
Justificativa:
            As festas Juninas fazem parte da nossa cultura nacional e regional, desta maneira, sem focar em atributos religiosos vamos trazê-la a sala de aula, a fim de conhecer um pouco mais, valorizar e respeitar esta manifestação cultural.

Objetivo Geral:

Proporcionar ao Grupo do Infantil I o conhecimento de várias características pertencentes às Festas Juninas;

Objetivos Específicos:

·         Estimular o interesse e gosto pela tradição;
·         Conhecer um pouco da história das Festas Juninas;
·         Preparar-se para a participação da Festa Junina interna do CEI;
·         Familiarizar-se  com personagens das Festas Juninas;
·         Respeitar e valorizar o caipira, o homem do campo que inspiram muito a festa;
·   Conversar sobre o caipira (onde vive, como se veste, importância do seu trabalho na lavoura, como nos ajuda, como se diverte, aspectos da vida rural);
·         Observar as vestimentas típicas das festas e diferenciar das usadas em nosso cotidiano;
·         Ouvir. cantar, dançar e se divertir com as músicas típicas das Festas Juninas;
·         Desenvolver o ritmo, compasso;
·         Apropriar-se progressivamente da imagem corporal,
·         Ampliar suas possibilidades de comunicação e expressão;
·         Aprender novas brincadeiras e suas regras relacionadas às Festas Juninas e brincar;
·         Desenvolver habilidades sociais;
·         Conhecer e provar alguns alimentos típicos das Festas Juninas;
·         Criar e  produzir enfeites para nossa Festa Junina interna do CEI;
·         Desenvolver a imaginação e a criatividade;
·         Inspirar e valorizar as produções dos Pequenos;

Metodologia:

·         Roda de conversas;
·         Contação de histórias;
·         Música, cantos, gestos;
·         Assistir filminhos infantis pertinentes ao tema;
·         Ensaios e apresentação do grupo na Festa Junina Interna;
·         Colagem, recortes, desenhos, pinturas;
·         Produção de enfeites para a sala como bandeirinhas, painéis, espantalho...
·    Brincadeiras (boca do palhaço, dança da cadeira, carrinho de mão,  dança da laranja, corrida do ovo, estoura balão, acerte a argola, pescaria...);
·         Produção dos adereços utilizados nas brincadeiras;
·         Degustação de algumas comidas típicas;
·         Confecção de convites para nossa festa;

Cronograma: Duas semanas aproximadamente.

Recursos didáticos (materiais): revistas, aparelho de som, Televisão, CDs, e DVDs, folhas A3, giz de cera, lápis de cor, vassoura, jornal, laranjas, ovos, balões, argolas, barbante, cola, fita adesiva, guache, meias-calças, chapéus, vestimentas típicas, alimentos típicos.  

Avaliação: No decorrer do projeto a avaliação acontecerá através de observações e registros diários, assim como de reflexões, intervenções e reestruturações necessárias.


(Jaqueline Medeiros)

Últimas etapas do Projeto: João,Maria e Eu, somos todos diferentes!


  Décimo sétimo Momento:

     Dinâmica - Espelho na caixinha: (Levei à sala uma caixa com tampa com um espelho dentro)
Instigamos os pequenos a tentar descobrir o que havia na caixinha;
Sugerimos que abrissem a caixa e observem o que havia dentro dela;
Conversamos sobre o que viram;
Observamos e identificamos características físicas, emocionais e sociais de cada Pequeno e discutimos um pouco sobre semelhanças e diferenças;
Incentivamos os Pequenos a falarem o que observaram em si e nos amigos;
Mostramos ao grupo inúmeras partes do corpo e rosto pré-recortados pelas Prôs e sugerir o manuseio dos  recortes (boca, olho, perna, braço, cabelo....);
Propomos que montassem e colassem um retrato com partes do corpo e rosto recortados;








Décimo Oitavo Momento:

Contação da história: Filhotes
Deliciamo-nos com o texto do livro, percebendo quão prazerosa e envolvente pode ser a leitura;
Utilizamos a literatura como fio condutor para abordar o tema Família;
Sensibilizamos a questão de que as famílias são diferentes umas das outras, tem seu   modo de se organizarem, suas regras, seu jeito de demonstrar sentimentos e até em sua constituição são diferentes (pai, mãe e filho – vó, mãe e filho – pai e filho)....
Reconhecemos e identificamos pessoas da família em foto (solicitadas anteriormente);
Nomeamos as pessoas da família que identificaram;
Conversamos sobre a importância da família  (proteção, amor, cuidado, diversão, ...)
Montamos um painel com as fotos trazidas das famílias;
Redigimos as falas dos Pequenos em relação a família e expomos neste painel também;



 Décimo Nono Momento:

Formamos uma  roda. Conversamos como gostamos de sermos tratados pelos amigos, professoras, papais, mamães, vovós, vovôs... 
Lembramos de como é bom ser tratado com carinho, respeito e educação e que é muito importante tratar os outros da mesma maneira;
Realizamos a dinâmica do Abraço ao amigo (primeiramente sugerimos abraçar o amigo do lado direito, depois abraçar os amigos do lado direito e esquerdo ao mesmo tempo, e continuamos a dinâmica acrescendo os amigos até um abraço coletivo);


Recordamos das palavrinhas mágicas: Bom dia, Por favor, Obrigada, Por gentileza, De nada, ... e as regrinhas e combinados da sala para que tenhamos uma boa convivência;
Conversamos que em casa com a família também é importante cumprirmos com os combinados e regrinhas para vivermos mais felizes e em harmonia;

Vigésimo Momento:

Percebemos a si próprio e aos outros como pessoa;
Reconhecemos as diferenças de gêneros entre meninos e meninas;
Desenhamos os amigos do grupo no chão da quadra e estimulá-los a perceber e desenhar o detalhes que faltam nos contornos do corpo (olhos, boca, nariz....)

(Jaqueline Medeiros)






terça-feira, 5 de junho de 2012

É preciso lembrar, respeitar, cuidar e preservar o Meio Ambiente todos os dias!!



























05 de junho - Dia do Meio Ambiente e Ecologia


No dia 05 de junho comemora-se o dia do meio ambiente.
A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar de assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas.
A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, em que a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, de tal modo que a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade.
Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos governantes diante do problema.
A importância da data está relacionada às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros.
A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação ambiental, através da Secretaria Especial do Meio Ambiente, para levar à população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da natureza.
Mas em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies de animais.
A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartados de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.
É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação.
E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro todos os dias. Se cada um fizer a sua parte, o mundo será transformado e as gerações futuras viverão sem riscos.
  (Jussara de Barros)

domingo, 3 de junho de 2012

ORIENTAÇÃO ESCOLAR!





O orientador escolar tem um papel importante a desempenhar no processo educativo. Para isto precisa: de competência em articular formas para contribuir na construção da escola democrática e cidadã; de dinamicidade para fazer a ponte entre o professor e o aluno, o sistema educativo e a comunidade escolar, o objeto do conhecimento e os diversos sujeitos que envolvem a construção do saber.
Para desempenhar com responsabilidade suas funções este profissional deve conhecer a história e conquistas do orientador escolar, compreender bem suas funções, e principalmente aproximar a teoria a qual se baliza à prática. 
A fim de contribuir para o conhecimento da história da Orientação Escolar no Brasil farei uma explanação a seguir:
Segundo Grinspun (1996), aproximadamente no ano de 1920, surge o Serviço de Orientação Educacional no Brasil. Modelado principalmente dos Estados Unidos e da França, é introduzido aos poucos no país, dentro dos padrões de sua origem. Em 3 de janeiro de 1942, foi criado o Decreto-Lei nº 4073/42, que institui a Orientação Educacional no Brasil com um caráter eminentemente profissional. O Decreto foi transformado em Lei, em 9 de abril do mesmo ano: é a Lei Capanema, a qual torna o Brasil o primeiro país a ter esse serviço regulamentado em lei. Através da Lei Capanema, de 9 de janeiro de 1942, a função do Orientador Educacional era mediar as necessárias observações, e cooperar no sentido de que cada aluno se encaminhasse convenientemente nos estudos e na escolha de sua profissão, ministrando-lhe esclarecimentos e conselhos, sempre em entendimento com sua família. O Orientador ainda deveria cooperar com professores, no sentido de boa execução, por parte dos alunos, dos trabalhos escolares, e buscar imprimir segurança e atividade aos trabalhos complementares para que o estudo, a recreação e o descanso dos alunos decorressem em condições de maior conveniência pedagógica. A Lei Capanema atribuiu duas funções básicas: uma delas é encaminhar o aluno para que este descubra sua profissão e a outra é cooperar com o processo educacional da escola. A primeira função, desde aquela época até nos dias atuais, vem sendo contemplada nas práticas das escolas. Quanto à segunda função, deixou muito a desejar. Em 1948, para melhor regulamentar a educação, é enviada ao Congresso uma proposta de Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a qual permanece em discussão dentro do Congresso até 1961, quando se transforma em lei: a Lei 4.024/61, de 20 de dezembro de 1961, que passou a vigorar exigindo a Orientação Educacional em todas as escolas brasileiras e tratando também da formação do Orientador Educacional, nos seus artigos 62, 63 e 64, a qual exigia nível superior, no Curso de Pedagogia ou Pós-graduação em Educação. Enquanto se aguardava pela aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Orientadores Educacionais de todo o Brasil se mobilizavam em Encontros, Congressos e Seminários sobre Orientação Educacional, buscando rumos para estas funções, pois estavam completamente sem clareza de ação. Em 1968, a Lei Costa e Silva, Lei Federal 5.564/68, de 21 de dezembro de 1968, vem complementar as orientações. Esta lei, no seu artigo 1º, assim se pronunciava: 

A Orientação Educacional se destina a assistir ao educando individualmente ou em grupo, no âmbito das escolas e sistemas escolares de nível médio e primário, visando ao desenvolvimento integral e harmonioso de sua personalidade, ordenando e integrando os elementos que exercem influência em sua formação e preparando para o exercício das opções básicas.


O Decreto 72.846, de 26 de setembro de 1973, regulamentou a Lei Federal 5.564/68. Esta lei prevê, também, sobre o exercício da profissão de Orientador Educacional. Em 11 de agosto de 1971, mais um marco na história da educação brasileira. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação, nº 5.692/71, é sancionada pelo Presidente da República. Sobre a Orientação Educacional, essa lei afirma:

Art. 10 – Será instituída obrigatoriamente a Orientação Educacional, incluindo aconselhamento vocacional, em cooperação com professores, a família e a comunidade.

Art. 33 – A formação de Administradores, Planejadores, Orientadores, Inspetores, Supervisores e demais especialistas de educação será feita em curso superior de graduação, com duração plena ou curta, ou de pós-graduação.


Com advento da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB - 9394/96, de 20 de dezembro de 1996, em seu art. 64 mantém a formação dos especialistas em educação por via dos cursos de graduação em pedagogia ou em programas de pós-graduação.

Art. 64 – A formação de profissionais de educação para administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional para a educação básica, será feita em cursos de graduação em pedagogia ou em nível de pós-graduação, a critério da instituição de ensino, garantida, nesta formação, a base comum nacional.

Pode-se observar que no decorrer da história conquistas de espaços e leis na educação marcaram a Orientação Escolar no Brasil. As especificidades de suas funções são muitas, no entanto segundo Sanches (2004), o Orientador Educacional, em meio a tantas atribuições específicas, ocupa-se com outras atividades, deixando de desempenhar, então, a sua real função na escola, descaracterizando assim a especificidade da função no processo educativo, quando se entende que a Orientação tem como função: garantir a melhor aprendizagem.
Para desempenhar a sua real função o Orientador precisa investigar, acompanhar e pesquisar o aluno, de modo que possa orientá-lo para um rendimento e uma aprendizagem significativa. São complexas as atribuições de quem ensina e aprende. A escola é um todo complexo. Por isso, têm-se responsabilidades no desempenho das atividades, conscientes de que todos devem desempenhar seus papéis no processo educativo. Precisa possuir e exercer uma grande capacidade de discernimento sobre a justiça, através da observação dos fatos, da análise e do questionamento, propondo alternativas coerentes com os princípios da filosofia humanista – base que sustenta a nossa prática e teoria educacionais. Deve lidar, de modo constante, com outros sujeitos. Assim se desenvolve evolui: Aprende enquanto ensina e ensina enquanto aprende. (FREIRE, 1996).
A participação da família na escola, é de fundamental importância para uma boa educação, bem como a participação e/ou integração da escola com a comunidade, como ponto crucial para que esta possa desenvolver um ensino que venha ao encontro das necessidades desta sociedade. (SENA, 1993). Na medida em que o Orientador Educacional procura melhorar estas relações, certamente estará contribuindo de forma eficaz com a educação. A escola precisa encontrar a família e a comunidade para ouvir e, a partir daí, elaborar suas propostas a serem implementadas.
            O Orientador também precisa valer-se de sua competência para implementar uma ação educativa capaz de promover a autonomia da escola e sua comunidade escolar, o que requer um acompanhamento, uma atuação direta do Orientador junto ao aluno, ao professor e à direção. Mas nem sempre é possível acompanhar, pois a questão do planejamento é muito particular e é comum ver grande parte dos planejamentos ficarem apenas no papel, cumprindo formalidades legais.

O plano de trabalho é uma condição importante para que se possa organizar a escola e, principalmente assumir compromissos, partindo desse plano de trabalho. Assim, conclui-se que, se a Orientação possui um plano, que seja claro e objetivo, as suas metas serão mais facilmente alcançadas. O plano da Orientação precisa ser flexível e articulado com o plano global da escola, pois esse ‘serviço’ é de apoio administrativo; então, que se dê de maneira que possibilite um melhor desempenho de todo o processo educativo na escola, ou seja, que o processo de ensino e aprendizagem aconteça da melhor forma possível e que todos os segmentos da comunidade escolar exerçam sua função de forma integrada, harmônica e globalizada, num diálogo interativo permanente.





Referência Bibliográfica: KIECKHOEFEL, Leomar; RAMOS, Paulo. Orientação no Contexto Educacional. Massaranduba: IESAD, 2011.


(Jaqueline Medeiros)

Outras etapas do Projeto: João,Maria e Eu, somos todos diferentes!


     Nono Momento: 
     Iniciamos a produção do Livro – Identidade!!
Propomos a produção de um livro contando um pouco da vida de cada Pequeno;
Explicamos que  faríamos uma parte a cada dia e que o Papai e a Mamãe também ajudariam na produção do livro;
Escrevemos o nome da criança e conversamos sobre a importância de se ter um nome que possa nos identificar;
Recordamos os nomes das prôs, dos amigos da sala, dos pais...
     Colamos uma foto atual da criança (já solicitada anteriormente) na capa do livro e instigamos a associar a foto ao seu nome; 



Décimo Momento:

Contornamos as mãozinhas e as pintamos com giz de cera;
Os Pequenos tentaram respeitar os limites do contorno na pintura;
Contamos e identificamos a existência de duas mãos;






Décimo Primeiro Momento:

Carimbamos o pezinho com tinta guache no livrinho;
Percebemos as diferenças ou semelhanças em relação ao tamanho, formato em relação aos pés dos amigos;
Contamos e identificamos a existência de dois pezinhos;







 Décimo Segundo Momento:

 Identificamos a idade de cada Pequeno do grupo;
      Trabalhamos no concreto a quantidade que indica a idade dos Pequenos;
      Colamos uma vela para cada ano de vida dos Pequenos;
      Instigamos os Pequenos a pintarem o bolo com suas cores escolhidas;








 Décimo Terceiro Momento:

Identificamos e nomeamos o brinquedo preferido dos Pequenos;
Sugerimos que os pequenos desenhassem e pintassem o brinquedo preferido;
(Na proxima semana ainda  manipularemos, exploraremos e pesquisaremos em revistas figuras do brinquedo preferido dos Pequenos);







 Décimo Quarto Momento:

Recordamos do CEI e de todas as pessoas que encontram nele (prôs, amigos, coordenadora, diretora, serventes...)
Conversamos sobre o que fazem no CEI;
Listamos as atividades desenvolvidas durante os dias;
Descobrimos  as atividades preferidas neste espaço;
Representamos com desenhos o CEI, Prôs, amigos...




 Décimo Quinto Momento:

Sugerimos a participação do Pais na produção do livro - Identidade;
Enviamos um bilhete os convidando e dando as devidas explicações da atividade que iriam realizar juntamente com o filho (filha);

Segue abaixo as duas atividades realizadas:


DESDE O TEMPO QUE ESTAVA NA BARRIGA DA MAMÃE ATÉ OS DIAS DE HOJE VIVI MUITAS COISAS.  PAPAI, MAMÃE E/OU RESPONSÁVEL VAMOS LEMBRAR  ALGUNS ACONTECIMENTOS MARCANTES E REGISTRÁ-LOS NO ESPAÇO ABAIXO:
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PAPAI, MAMÃE OU RESPONSÁVEL  CONTE UM POUCO SOBRE A HISTÓRIA DO MEU NOME. PORQUE FOI ESCOLHIDO, QUEM SUGERIU....

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Décimo Sexto Momento:


Socializamos  os relatos dos Pais;
Identificamos e reconhecemos os amigos em relação as histórias;
Estimulamos a valorização e o repeito a história de cada um;


(Jaqueline Medeiros)